Nos últimos dias, temos
acompanhados estarrecidos comentários e reportagens na imprensa
local e regional, sobre diligência realizada por companheiros
que resultaram no falecimento de um menor infrator.
Entendemos a dor dos familiares que perderam um ente querido, no entanto,
não podemos admitir a tentativa de inversão de papéis
a que alguns “jornalistas” querem dar ao caso.
Não sabíamos que entre os jornalistas de Jequié existiam
peritos criminalísticos, juízes, promotores, justiceiros
e até inquisidores.
Estão querendo transformar um policial sério,
que se encontra no excepcional comportamento na Polícia e que
agiu em legítima defesa e dentro da legalidade, em um bandido
e um jovem com inúmeras passagens pela polícia, que
no dia do fato estava junto com outros arruaceiros aterrorizando uma
comunidade, armado e com a clara intenção de provocar
a desordem num verdadeiro santo.
Nossa entidade está colhendo provas e queremos que os veículos
da imprensa jequieense, que hoje, se deleitam no sensacionalismo,
tenham a hombridade de se retratarem da mesma forma que estão
crucificando um cidadão de bem, como o colega em questão.